Despejo:
Sem abraço e sem beijo.
Despejou-me:
Invocou santos ateus,
e exigiu a desocupação.
Relutei e cedi:
confesso que ex orbitei e ex cedi!
Teu espaço invadi!
Tudo livre:
Devolvi tudo que peguei,
até teus pensamentos,
e quase sonhos que eu nunca ouvi,
que eu quase sonhei!
Queria mesmo roubar-te,
roubar teu tempo,
nem que doesse, que chorasses
que pecasses, que errasses em amar-me!
sou toda engano, toda erro!
Tudo acaba e acabou!
Teu mundo é todo teu, como sempre foi,
nem minha sombra te assombra mais,
nem a janela aberta
e o vento indiscreto.
Mas tenho que te lembrar que sou perversa,
deixei algo para sempre
que não me podes devolver,
A minha ausência, Não!
Deixei-te um arco íris, não esquecido,
como pensas mas de propósito,
como lembrança ou recompensa!
E quando leres na janela,
próximo dos olhos,
o arco íris que te deixei,
saberás que eu te amei,
Agradecemos a presença, Brasil, Vietnã, Paquistao, Argentina, Canadá, Estados Unidos Bangladeche, Espanha, Argélia, Rússia Peru África do Sul, Chile, Colômbia, Nigéria, Filipinas, Emirados Árabes Unidos, Alemanha, Equador, Bielorussia, Malásia, Singapura, Itália, Gana, Indonesia, Reino Unido Kwait França, Índia, África do Sul, Ucrania, Jordania, Marrocos, Colômbia, México, chile, Russia e muitos outros paises que visitam este blog.
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
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