Olho para mim mesmo
e me vejo escondida nas frestas de luz
que o espelho dos teus olhos
dos meus olhos não ocultam.
Olho pra mim mesmo
e me vejo prisioneira do teu coração
tocar o sino e chamar tua ATenção,
desta alegria do nosso destino.
Olho pra mim me mesmo
e me vejo escondida nos teus olhos sem saída,
a tocar o sino no teu canto de menino...
que alegra minha a vida.
Ouço o vento no telhado,
o suspiro do pecado,
da ausencia lado a lado.
domingo, 2 de janeiro de 2011
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