É a mãe dos meus dias,
me embalo em seu berço,
onde nunca me deixo
de ser criança,
Esta terra santa e ávida
de ardores eternos
onde se canta versos longos
e ternos dedicado às lágrimas
dedicados aos sonhos...
Onde nada se nega,
onde nada se entrega,
nada se carrega...
onde a poeira clara do dia,
amassada com a neblina da noite,
aquecida pelos raios de sol,
se embalou no vento e cantou,
Eram apenas pássaros solitários
amanheciam cantando
enquanto o sol brilhava
eles nem sonhavam o que seriam
no amanhã...e foi dormindo
que acordaram homens...
e daí inventaram a realidade humana,
estado de coisas praticamente divino!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
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