Eu Quero ser um poema alem da arte viva
consola me que não seja amor seja vida
tão precisa na minha ávida vida morna
Através das imensas portas branquejadas
tua sala a salvo a ouvidos, te tornas calado
tu vagas entretanto e ao teu passado tornas.
nele não há história árida da esperança
há murmurios e rimas feitos rios alem
terra santificada e amada igual a nada
se tu não vais à estrada, a estrada a ti vem.
além destas paredes concreto e muralhas
prendem o coração numa rede e retalha
o sangue que precisa tanto segue a esmo
a viagem, claramente vazia de si mesmo!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
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