Tu te lembras do tempo em que nos encontrávamos
(raríssimas vezes nos encontramos)
Eu te procurava e às vezes te encontrava, sem saída.
(tu te esquivavas pelos caminhos mais difíceis da vida)
Para falar de nós do que ainda tínhamos em mente.
(raríssimas vezes falamos de nossas vidas)
Falava eu da minha, com desesperada pressa
(tu ouvias com igual desesperada pressa)
Quanto a tua, não me confiastes sequer uma réstia.
Lembra das nossas confidências...
(nós nunca contamos nossos verdadeiros segredos)
Eu te confidenciei meu plano secreto
meu grande e único plano de versos...
(ristes discreto e incrédulo)
Mas ficou bem em ti e em outra pessoa
como demonstras agora.
E ficará bem todas que se amam.
Tu no teu banquinho de Toquinho
eu toda Vinicius, embriagada pelo vinho
e pelos meus próprios versos... e vícios de te querer bem...
O dom que os Deuses dos sonhos me entregam
fingem que me embriagam
depois riem da minha bebedeira
e da minha tragio comédia..
Por mais tarde que fosse ainda era sempre muito cedo.
Fiz correndo às pressas tudo que podia e ainda faço
ainda é cedo por mais que seja tarde demais.,,
cedo para conquistar e ter qualquer felicidade
que eu deseje...que venha a desejar.
Tu te lembras...
faz mais de uma eternidade e meia...de sóis
e uma eternidade e outra de lua...
As ruas e praças mudaram, números também.
Tudo mudou... mas tem algo que não muda...
minhas lembranças.
domingo, 10 de julho de 2011
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