Era um moleque de 7 anos de idade,
3 irmãos, um pai calado, uma mãe
maluca de 23 anos, linda e cheia
de sonhos e trabalhos por fazer.
Seus três irmãos choravam muito,
peraltinha tinha pernas secas e longas,
corria dos irmãos para ir ao campo
fugir daquelas coisas que não entendia.
No campo ele realmente fugia.
Ao ver os homens que abriam poços
na terra e nas rochas e fazia subir a água
peraltinha sonhava que também podia.
naquela manhã peraltinha se sente só,
os homens não vieram trabalhar,
o poço estava livre... podia entrar...
entrou e lá ficou... o dia inteiro a chorar.
O poço tinha 4 a 5 metros, ele pulou,
lá dentro sentiu algumas leves dores
e medo do escuro...olhava para cima
só via um pequeno e comprido furo.
Sentou e pensou... matematicamente,
não achou a solução. Suas pernas longas
não alcançavam os furos feitos no terrão
Estava isolado. Não ouvia o choro dos irmãos.
Ficar naquele silêncio o dia inteiro...
será que ninguém percebeu seu sumiço
tanto melhor precisa pensar urgentemente,
está com a mente sem serviço.
domingo, 3 de julho de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Murió, se acabó.
Murió, se acabó. Sí, murió, se acabó... El tiempo en que tú podrías haber hecho y no hiciste. Nadie, de ti, va a querer nada más No hici...
-
A minhoca não arreda o pé da terra bailarina clássica, de música inaudível entranhada na sua alma de puro barro. Dança, salta, não tira o...
-
Meus gurus são santos, envolto em seus mantos do chão se elevam e meditam sobre os montes. Meus gurus são santos, santificados seus nomes...
Nenhum comentário:
Postar um comentário