A estrela caiu, logo depois da chuva,
quase ninguém viu,
era um relâmpago
um ângulo nela meio obtusa...
Rasgou o céu, engasgou zeus...
porque a estrela errou o alvo,
caiu num largo lago,
um poço de fundo de quintal.
Mergulhou na terra escura,
estrela não era semente nem fruto maduro,
caiu por um cálculo erroneo
de uma mente obscura.
Se era lua, planeta, sol ou outra invenção,
ela mesma não sabia se definir....
olhou em volta nem era sertão,
era terra dura, terra pura, torrão!
Já nasceu na claridade, nunca se meteu em trevas...
sua cor quente brilhante, brilhava,
arco iris flutuante sobre a branca neve...
que ao simples pensar dela se derrete.
E agora que estrela mergulha
no caos da terra sem eira sem beira
sua luz de profunda candura,
suspeita apagada fraude rasteira...
Qual nada luz de estrela não se apaga,
mesmo depois de todo clarão da madrugada,
desmanchada no solar da lumiada
raios de sol sobre a matinada...
ainda segue a estrela atras da nuviada,
cantarolando o céu do amanhecer...
como se o sumiço fosse nada,
diante da possibilidade do seu voltar a ser.
sábado, 10 de dezembro de 2011
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