segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Erasmus de Roterdam

Não estudei sua obra como devia,
como merece,
esta pétala eterna que o tempo não envelhece.

dos gregos a luz antiga...
de qualquer sabio homem vivente,
trazes para a roda a cantiga
da idade mais terna da gente.

E na roda da vida,
o tempo nunca se esvai...
a criança sem saida
no seu eterno vem e vai


encontra Erasmo que recolhe
da filosofia  ancestral...
a ostra mãe que acolhe
a pérola filha das águas do mar.

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