Admito
As estrelas são mentiras
que me inspiram.
Valem tesouros...
Os besouros de ouro... a voar, voar, voar.
São inquebrantáveis alusões,
ilusões, do que é bom e bonito...
ainda que seja
um vão de hidrogenio
incandescente e aflito.
Alem das lutas
Te conheço, hospicio
e o silencio das almas
que tu sepultas
a avulsa luz e a desdita.
Toda riqueza é sonho,
a pilha de livros e dna
que componho e decomponho.
Ao amor peço perdão
a liberdade me chama...
entretanto tudo não passa
da monótona lama.
Quisera ficar aninhada ao Zé
nunca mais distante
do que a grandeza dos seus braços
nem um único passo de pé!
mas a força este grito,
que vem de um desconhecido espirito...
que nasce, me nasce
quanto a pó, lama bendita e finita
mantem cativa minha vida.
E todo amor, amor profano e tirano,
me veste com seus trapos de pano,
feitos de enganos... sobre humanos.
Gosto adoro a graça garça sobre o mar,
ninguém jamais viu sua verdade
só suas penas a solfejar
o silencio dos seus dias, absortos no ar.
Poemas agradece sua visita Portugal Indonesia, Quirguistão Bielorussia Brasil, EUA Paquistão Russia Nepal, Malasia India, Bangladeche Venezuela, Panamá Vietname Alemanha Argentina Usbequistão Marrocos Mexico Filipinas Togo Salvador Paraguai, Singapura, Africa do sul Azerbaijão, Congo-Brazzaville Chile, Reino Unido, Turquia Ucrania, Equador, Colombia, Jordania, Canada Quenia, Hong Kong França, Emirados Arabes, Egito Bolivia Argelia, Etiopia, Uruguai, Omã, República Dominicana, Nigeria e outros
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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