Era uma vez uma pessoa
que andava pelo mundo
sofria de um mal qualquer
chicote e medo profundo.
não era lenda era crença.
regada à carne e osso
de sede e de fome
de força de braço, pés e pescoço.
Fartura de sangue e lágrimas
de pensamento em alvoroço
de destrezas tristes e mágoas
vindas do seu calabouço.
Se um mal a fazia dormir
dormia não mais acordava
outro mal qualquer a acordava
se acordada jamais dormia.
Seus pesadelos e sonhos
a realidade da vida
por mais que sejam medonhos
deles jamais será dividida.
sábado, 14 de julho de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Murió, se acabó.
Murió, se acabó. Sí, murió, se acabó... El tiempo en que tú podrías haber hecho y no hiciste. Nadie, de ti, va a querer nada más No hici...
-
A minhoca não arreda o pé da terra bailarina clássica, de música inaudível entranhada na sua alma de puro barro. Dança, salta, não tira o...
-
Meus gurus são santos, envolto em seus mantos do chão se elevam e meditam sobre os montes. Meus gurus são santos, santificados seus nomes...
Nenhum comentário:
Postar um comentário