Orvalho sobre as flores,
chuva nas raizes
tempestades nas injustiças.
Pois que não tem sido fácil,
para o gigante servo
carregar o mundo nos braços,
na esperança lhe parece leve.
O tempo passa a luta embaça,
a janela quebra:
aquela farsa... justamente aquela.
Se fosse possivel seria não,
Não confio mais nas promessas...
mas carrego os pés no chão,
sem nunca direito a pressa...
e vivo lento a alento da vida breve!
e Ele disse em tons claros, alto:
Ninguém precisa sofrer deste ataque de contínua miséria:
todos podem ter o bem de suas quimeras...
E liberou o crédito. Acreditou.
E eles se endividaram todos da raiz do cabelo
até a raiz das unhas dos dedos dos pés...
e comprometeram a econonia do ministério.
Tu... mundo, giras à força bruta dos braços
dos teus trabalhadores...e nem mesmo assim
tens dado a eles um olhar com mais amor...
Tuas cascatas de água, tanto quanto as ouro
são contadas, preciosos tesouros....
tantos as imprecindíveis, ou as de adorno...
não servem a dois senhores....e tu
mundo, és apenas uma criança vaidosa,
por crescer, entre os espinhos e as rosas.
por onde passam os pés
dos teus gigantes construtores.
Agradecemos a presença, Brasil, Vietnã, Paquistao, Argentina, Canadá, Estados Unidos Bangladeche, Espanha, Argélia, Rússia Peru África do Sul, Chile, Colômbia, Nigéria, Filipinas, Emirados Árabes Unidos, Alemanha, Equador, Bielorussia, Malásia, Singapura, Itália, Gana, Indonesia, Reino Unido Kwait França, Índia, África do Sul, Ucrania, Jordania, Marrocos, Colômbia, México, chile, Russia e muitos outros paises que visitam este blog.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
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