sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Servo
Se não pode,
se não posso.
Não faço...
com minha consciência em paz.
Falta isso ou aquilo,
tanto isso ou aquilo, tanto faz,
tanto não faz...
a poesia real
rimada
tudo com nada.
gosto da arte...não tanto da arte perfeita
mas da arte da vida
complexamente imperfeita e funcional.
Sei que
o tempo ainda surge, cada vez mais
longinquo
absorvo cada instante mais demoradamente
entretanto com muito mais afinco...
a vida, este enlevo
levo, como servo,
sirvo, como servo vivo...esta natureza
"pláscida" sigo.
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