Se pisa no tatepe de flores,
se pisa nos espinhos
se chora um pouquinho
se rega o caminho.
e não há quem não tenha sua nobreza
do ferro do sangue ao brilho dos olhos,
digo com certeza,
não fui eu quem você encontrou lá tras
com vinte anos de sonhos e nada mais,
quem passou em branco,
sem armas e sem alma
sem soldados e capataz.
não fui eu meu bom rapaz.
eu sempre estive pronta,
com as garras bem afiadas...
se tive armas ou não tive,
tive bons adversários de batalha.
e não me fale de passado,
não tenho um romance nunca tive,
deixado de lado,
quem amou amou quem não amou às favas.
a vida é um presente dado....
aceita quem quiser... quem puder
quem gostar do alambrado.
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
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