Nada sei de nada,
nem do passado ou o presente,
da frente, de trás ou do lado.
Só tenho a vida de um coração
meio poético meio louco
que sabe que bate muito, por pouco.
Ei de conjugar o verbo,
do modo correto, da língua, do jeito
nos seus tempos e modos,
especialmente no presente
muito bem perfeito.
A luta é minha vida,
se não vivesse, não era contra a nada,
e quando eu não viver,
não direi nem uma palavras...
será um triste dia,
mas está previsto.... por um breve e generoso passar dos tempos,
por tanto deixe que diga,
deste modo meio estranho,
a minha pouca poesia
mesmo que isto não faça nenhuma diferença...
que o sol continue sempre a iluminar este dia.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
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