Sem futurismo
no mesmo espelho quebrado do hoje.
Um amanhã invejável...
quando crenças e cetismos
forem bem alvejados.
as lavadeiras da beira do rio,
o sabão de coco, as águas passadas...
o vento seca o tempo
este mesmo tempo alucinado.
Viagens vagas
onde o viver é comprado.
Eu vejo nova aurora,
destas que não se chora...
Eu vejo sim,
eu espero que o mar se abra de novo
porque é tão recente
este encontro da vida de ontem
com a vida de hoje...
é tão recente o pressente.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
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