quinta-feira, 25 de julho de 2013

Eu vejo...

Sem futurismo
no mesmo espelho quebrado do hoje.
Um amanhã invejável...

quando  crenças e cetismos
forem bem alvejados.

as lavadeiras da beira do rio,
o sabão de coco, as águas passadas...

o vento seca o tempo
este mesmo tempo alucinado.

Viagens vagas
onde o viver é comprado.

Eu vejo nova aurora,
destas que não se chora...

 Eu vejo sim,
eu espero que o mar se abra de novo

porque é tão recente
este encontro da vida de ontem
com a vida de hoje...

é tão recente o pressente.



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