segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A beleza...

Se quer saber da beleza,
se vai ao espelho:
e no instante distraído segundo
se pergunta:
Sou eu, sou eu mesmo
O mesmo ser
que vejo tão moribundo?

Não dá tempo de se responder
porque o momento já passou...
e já virou a roda do mundo.

Então se folheia os dias,
desde agora até o começo...
onde andará um daqueles meus dias travessos?

Por que eu de mim mesmo
tão pouco reconheço.

meus dias andam tão longe,
tão longe quanto quem os tomou,
por gratidão por ódio ou por amor.
meus dias  arquivou...

Se quer saber da beleza
folheia os dias que já passou.


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Visitantes

 Grata pelo carinho da presença. Mais de  vinte países, este mês, visitou poemas sem fronteiras. Fico feliz que todos estejam bem.