segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Eu devia ser

Calmo
ter um quê de macaco na alma...
catar piolho e fazer careta...

não compreender a  receita.

mas descabelo...
meu cerebelo

Eu confesso meu pecado:
Gosto do sitio urbano
do seu bom bocado...

Dos edificios crescendo alto,
da pedra colorida do asfalto...

A concretarte se empina,
feito serpente
 ereta
assusta e fascina a gente.

A cidade... o pranto de muitos
lava as calçadas.

mas é a cidade, um bem quase sobrenatural,
que se ama por prazer absoluto
independente de qualquer mal....

a cidade um quintal
de puro luxo que não existe outro igual.

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Visitantes

 Grata pelo carinho da presença. Mais de  vinte países, este mês, visitou poemas sem fronteiras. Fico feliz que todos estejam bem.