Sagrado
o coração me aperta
de sangue manchado
o santo deserto.
A dádiva vermelha
alimento da terra
sangue derramado
por causa da guerra.
Sempre a guerra
é o que resta
da insatisfação
da ambição da terra.
O trabalho da vida
sempre por cumprir.
em busca do termo
de se resistir.
Que o Nilo não se desperte
com furia
por causa das juras de seus filhos.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Visitantes
Grata pelo carinho da presença. Mais de vinte países, este mês, visitou poemas sem fronteiras. Fico feliz que todos estejam bem.
-
A minhoca não arreda o pé da terra bailarina clássica, de música inaudível entranhada na sua alma de puro barro. Dança, salta, não tira o...
-
Meus gurus são santos, envolto em seus mantos do chão se elevam e meditam sobre os montes. Meus gurus são santos, santificados seus nomes...
Nenhum comentário:
Postar um comentário