O concreto não é amor...
expõe sua pele mais íntima ao sol do vale
do homem sofredor
abriga abraça protege
faz sombra sol e chuva.
embala os sonhos longos e os breves.
A pele da pedra,
este concreto silêncio enleva
desde o precipício das primeiras cavernas,
até hoje, os edifícios de arquitetura moderna.
Eis crescido nos vales, o concreto
ao sol se abre e dentro dele
infinitas vidas vão e vem
choram riem... e se calam.
É o concreto das obras, que
as mãos calejadas dos homens parem
a cidade este fruto
que parece meio amargo
mas é doce feito uva
cultivada...é doce, sim feito água.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
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