sou
A imagem da esperança.
De esperar eu vou
gastar de novo minha infância.
Chamo de infância esta inocência quase louca
que faz de mim sonhar com tudo
dentro de uma vida tão pouca.
E que vasta em universo
expande além da luz e das trevas,
se a primeira é única,
as outras são servas.
É tudo nada
o nada imenso imensuravel...
quando me caibo tão justa,
na ilustre injustiça justa rara
da lei dos olhos da cara.
porque tudo é tudo e nada é nada
e nada que se faça se muda
até mesmo quando se desfaça de tudo
é apenas uma farsa absurda.
do nada que devora tudo.
sou a esperança
isto é nada, mas isto é tudo.
domingo, 25 de agosto de 2013
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