quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Bun cósmico

Foi lá que me perdi.
tudo ficou claro...!

mas hoje, aqui na minha nave,
lavo a alma,como quem lava as calças.

Como buda, o mestre...
eu diria,
quem a sorte me daria,
de ser uma simples árvore...
que em um dos seus momentos de benevolência
defeca flores, frutos e sementes
além da sombra, abrigo da casa.




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 Grata pelo carinho da presença. Mais de  vinte países, este mês, visitou poemas sem fronteiras. Fico feliz que todos estejam bem.