verso na linha
peixe na rede
sangue na veia
água na sede...
no pé que anda a coisa
a humanidade não tem paragem
a crítica, o chororô
é só uma passagem.
Já comprada
o destino sabe lá Deus,
depende do humor
da carruagem
pelas curvas da estrada.
Me distraio entusiasmada,
tantas belas paisagens
vou deixando para trás..
deixando bem, não o digo
vou incorporando-a na memória
porque é o maior tesouro
que já encontrei na história.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
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