domingo, 28 de setembro de 2014

Quantos vezes me surpreendo...

Que frutos são estes...me pergunto...
São os de sempre. Me respondo.
As árvores dão sempre os mesmos frutos. Concluo.
Por que as vezes me esqueço do gosto...!!! Contesto!

E estas flores amarelas...
peculiares, singelas...
por que então ainda me lembro...
das borboletas que viviam nelas...!!!!

Confesso me rendo.
Para mim é estupendo
o não saber... 

segredo da sabedoria plena.


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 Grata pelo carinho da presença. Mais de  vinte países, este mês, visitou poemas sem fronteiras. Fico feliz que todos estejam bem.