a esperança costuma falar por mim.
Não quero sonho vão...
de sonhos já enchi a mão.
Mas esperar... digo é a receita.
Espere. É quase uma seita
que não consigo Mudar.
Hoje ontem... fui ao espelho,
o rio vermelho que tudo compartilha
entre mãe, estranho e filha.
O rio azul lágrimas
Diamantes,
no silêncio de mar de entranhas...
o sorriso largo,
nobre poderoso, que façanha!!!
de quem sabe chorar de quem sabe sorrir,
com a mesma emoção estranha,
a emoção do não!
Costumo ir pouco ao espelho
quando vou me emociono...
não sou eu maria que me vejo...
mas tantas outras conhecidas...
me veem como as cristinas.... as teresas!!!!
se pudesse abraçava, cantava embalava
o mundo até que passassem todas as suas tristezas.
domingo, 28 de setembro de 2014
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