Sim, se quero um amor,
quero o como quero.
Devo entender me com meu coração,
no seu mais profundo sincero.
Não me diga que é assim,
que amor é isso ou aquilo,
ninguém decide por mim,
como canto o meu grilo.
Deixa o violino sonar
no meio da noite escura e fria...
não me importa o lugar
de onde vem a cantoria.
me faço amada,
me alimento da doçura
nem peço nada
pra minha linda criatura.
que afirmo ser bela,
com seu jeito de raposa,
no lúzido tom amarelo
que sobre azul me pousa.
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
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