para a maioria sobra o rancor.
mas a vida boa, ou vida atoa
dele depende,
pende como fruto maduro,
de polpa mole e caroço duro.
Para muitos o amor é coisa do passado
amargura.
é a coisa do passado
que sobra para o futuro...
Deixa-me passada,
na beira da estrada esperando o destino
Este trem que não se sabe
quando chega, quando parte,
deixa nos no empate.
Rogo sempre
coisa de tempo
algo assim que o distraia
enquanto vivo...
enquanto me encalho...
a monotonia do dia
a simplicidade da luz do sol
os poros da pele
é o prêmio da vida.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
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