Conte uma estória,
pode ser história,
da vida alheia, pode ser propria.
sei não moço
tive tantos sonhos. Muitos já esqueci.
Outros adulterei
Outros enrolei. Interpretei. Adivinhei. Não gostei. Perdi.
A máquina do tempo emperrou
o papel gastou
a tinta secou
a mão descansou.
As verdades as mentiras se completam
quando se interpreta.
o bom é o filme, o rio que corre
cheio de peixes, cheio de feixes de vida.
O bom da lua é o abraço
o mundo nas noites escuras dorme nos seus braços.
a vida é tão fértil
que até das pedras saltam cachos
repletos de alegria.
sei nada não... escrevo sobre as dúvida
eu bem diria.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
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