que a vida me tenha
de tal modo
que nada seja preciso
se não sua grande roda...
que a roda me tenha
de tal eixo,
que nada seja preciso
para seu desfecho.
que o desfecho me tenha,
sem tal novidade
se não seu gesto
de pura simplicidade...
que me tenha a eternidade,
no preciso instante de efemeridade.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
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