sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

nada muda

O amor está lá
amoitado, à espreita, como um bicho faminto.
longe, longe de tudo

Pressinto

O amor deixo os olhos no escuro do quarto
não ser visto, sua arte, sua parte que age
engana, arruma a cama,
dorme e ama, depois parte.

O amor é nada
para quem era tudo para ele...

Em outras partes
o amor esquece sua obra prima
sua criatura amada
e rima
tudo com nada.

o amor tantas vezes mal falado
seu malvado amante
não é mais como antes
nunca jamais alheio ao lado.

tem sempre um surpreendente truque
e uma grande jogada:
nunca fica esperando
parado no meio da estrada.








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Visitantes

 Grata pelo carinho da presença. Mais de  vinte países, este mês, visitou poemas sem fronteiras. Fico feliz que todos estejam bem.