terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

esperança

era o que eu temia na juventude,  esperar:
esperei as noites e dias passarem...
porque aquele tempo era um tempo muito bravo,
e minha razão era ignorante,

não tinha armas, só esperança...
Não esperei voluntariamente, esperei à força.


O tempo passou.
Hoje eu  sei o quanto estava certa, o quanto infelizmente, não errei...
Lamento mas gostaria de ter estado errada...
e todas as coisas, quisera,
estarem certas...


E aquilo que vi em sã consciência,
fosse delírio apenas demência....

Se eu soubesse o endereço de um super heroi...
lhe passava agora, via net
no momento todos estão offline.


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 Grata pelo carinho da presença. Mais de  vinte países, este mês, visitou poemas sem fronteiras. Fico feliz que todos estejam bem.