lembra-me as canelas sapecadas,
os olhos vermelhos da fumaça densa
da manhã úmida, o fogo aceso,
da infância, a vida apensa.
o vento gelado a lamber a face
da criança inocente, livre
que não sabe que é bicho e vive
como se fosse simplesmente gente.
Oh, meu Deus, eu me lembro,
e como me lembro deste tempo que já não existe.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
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