domingo, 8 de janeiro de 2017

Carrego o silencio

Em silêncio.
São vozes atrozes,
são gritos aflitos,
de alguns é medo,
de outros deboche.

Não me atrevo a um poema,
uma frase feita,
que me  distraia.

Fico atenta, mas não importa,
as portas se escancaram,
a   vida fica cada vez mais cara.

Me culpo mesmo no podio
a ignorância da vida toda não alivia
um só dia da vida sóbrio.

Se falei de amor
não é porque o amor salva,
o amor salva sem porquê.

 





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