Vós mesmo criastes meu ser imperfeito
peregrino e humilhado.
Tendes consciência que sou frágil, fraco,
que estou a remar porque vós
me atirastes num mar bravio
e me destes como remo a vida
Percebeis que não sei o caminho
Agarro-me aos vossos pés
com inveja do vosso saber
da vossa sabedoria
Dizei-me vós o que é a vida
se não a decadência da carne e do espírito...
,
Dizei-me o que é o amor
se tantas mães abandonam seus filhos no orfanato
e seus pais nos asilos...
Teriam elas a vós
não dado ouvido...
e vós a elas não dado abrigo!!!!!
Falo a vós,
do coração das marias, das naires e todas as mulheres,
que geram para a vida os filhos
que a vida quer...
E vos peço, vos rogo,
com o coração em prece
que vós abraceis a raça humana,
como filho e ilumineis nossa mãe terra
e ações humanas desta era.
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