não é o planeta dolorido.
Nem choram as pedras.
Ou lacrimejam as pétalas.
Sou eu a dor, assim como o amor...
vai junto, aonde eu for.
Qualquer dor, qualquer amor...
se juntam... vão juntos.
O amor me olha, me molha,
me água, na quentura do sol
a dor me brilha alma,
dilacera meu orgulho,
esfarela as minhas miudezas.
Impõe limites me faz servil,
escravo da minhas próprias incertezas.
O amor me chama
quando me esqueço,
me encontra quando me perco...
a dor me arrasta morro acima
e ensina a sobreviver.
São sentimentos antagônicos e confusos
e me causa muito espanto
Contudo, aos seus olhos,
se acabam prontamente quando morro.
E ninguem jamais verá
meus ELEMENTOS QUIMICOS ENFILEIRADOS,
no seu jardim, em pranto,
por você ou mesmo por mim.
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