sexta-feira, 14 de março de 2025

historia

 Aos vinte vim pra cidade




cheia de onda e modernidade,

trouxe lá da roça 

uma mala cheia

de poemidade.

Escrito a caneta, ou a  lapis,

em folha de caderno velho

 e obsoleto

Ninguem lia, uma só linha

uma só página  

dos meus sonetos.

Com o tempo os poemas morreram

por falta  de eternidade.


Hoje é diferente...

 escrevo com paixão tudo 

aquilo que desejo e penso.

porque toda pessoa hoje 

consegue ler o meu pensamento... 

é toda esta novidade 

que me deu de presente 

o santo tempo... 

que comigo nunca foi em vão,  

além de tudo,

 me deu você no coração.



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