Se choro? Chorei. Ontem choveu saudades.
Não, a saudade das coisas vividas.
Saudades do amor que ainda não chegou.
Pressinto seus passos, seu abraço.
Ouço sua voz que me diz no ouvido...
Aonde eu for, vens comigo.
Sim, irei, se chamares de novo irei,
mas teu silêncio me é estranho,
nem o vento me fala mais.
Não desisto do meu sonho de amor,
porque é meu, do meu coração,
Pela realidade que nada de amor
me oferece...
Os poemas me seguem e ate me aplaudem
você é minha eterna inspiração,
enquanto nada de novo
acontece em minha realidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário