terça-feira, 1 de abril de 2025

tutti confini

 tutti i confini .  todas as fronteiras . 

 a perder dos tempos
 todas as fronteiras me afrontam.

é um rio que corre e ria
às gargalhadas suntuosas
das temerosas mulheres marias
plantadas ás suas rochas.

São montanhas, cadeias,
enfileiradas, entre os espaços
delimitando a vida
das marias, em  suas teias.

são mares, marés, abismos
vulcões de água, cismos,
a intimidar a força, a cisma
e esconder, os istmos das mulheres marias.

marias, mulheres, meninas
giram todas, as rodas da vida,
giram destinos e sinas
do plano alto, decaidas!

 a anjos não são  elevadas, as marias.
São do brejo da vida, da cabeça aos pés...
talvez por isso, não seja  anjo mulheres.


 Per sprecare il tempo
 Tutti i confini mi si confrontano.

È un fiume che scorre e ride
risate sontuose
Delle donne spaventose Marie
piantato sulle sue rocce.

Sono montagne, catene,
Allineati, tra gli spazi
Delimitare la vita
delle Marie, nelle loro ragnatele.

Sono mari, maree, abissi
vulcani d'acqua, cismi,
per intimidire la forza, lo scisma
e per nascondere, gli istmi delle donne Maria.

Marias, Donne, Ragazze
tutti girano, le ruote della vita,
Destini e destini ruotano
dall'alto piano, decaduto!

Gli angeli non sono elevati, le Marie.
Vengono dalla palude della vita, dalla testa ai piedi...
Forse è per questo che non sono un angelo donna.

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