domingo, 11 de maio de 2025

O rio

 Sou o rio que passa,

Viajo mas estou sempre no mesmo lugar

Os meus olhos de água

também te veem passar.


As mesmas árvores,

Os mesmos pássaros

As mesmas sombras o mesmo sol

os mesmos sonhos me dá este lugar.


O amor se senta  à margem deste tempo

abrigado no coração como sempre cantará

Porque ele vem novo, como sempre virá

embalar a alma do meu eterno sonhar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Murió, se acabó.

 Murió, se acabó.   Sí, murió, se acabó... El tiempo en que tú podrías haber hecho  y no hiciste. Nadie, de ti, va a querer nada más No hici...