domingo, 7 de fevereiro de 2010
A cigana
de saia rendada
cabelos ao vento,
e face pintada!
A cigana me abordou:
Mostre a mão quero ver
o que o destino lhe reservou.
Fui tentada ao desafio:
Ler minha mão é ler água de rio.
Ela riu, no seu olhar desafio:
disse sem falar
dou-lhe uma semana,
para os olhos azuis encontrar.
Fechei a mão ainda no ar,
meu destino de fato não quero revelar.
A cigana insistiu:
Ele tem olhos celestes,
e camisa da mesma cor ele veste.
Então pensei
meu amor gosta de camisa azul celeste,
tem olhos azuis...
Mas nunca conheci ninguém assim.
Em minhas contas ela errou.
Passou uma semana
juro que procurei
está tudo em minha câmera.
Tudo filmei, ela errou.
Os olhos dele... não sei a cor.
talvez ele ainda nem me olhou.
De modo que fui procurar a cigana:
com que direito ela me engana....
A cor dos olhos não me importa,
importa se ele me ama.
A cigana me disse:
Nunca te vi antes.
Mas reafirmo a cor dos olhos dele é azul...
como teima esta cigana errante:
com um sorriso sincero
na face pintada sussurrou:
Espere, os olhos dele já estão ficando azul!
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