Que todos os sonhos se desfazem tristemente
quando deles não se pode acordar...
Que um domingo chuvoso e frio,
e de vento e mente vazio.
não tem flores no mar.
Que as ondas selvagens assustam
intimidam os solitários.
Que a pedra dura, tanto faz no mar
na mármore da pupila do seu olhar...
ou no rosario de mãos incertas,
não abriga nem pode consolar.
cinza tanto no céu, quanto no mar,
é igual, restos de poemas ao luar,
cinza:
ou lágrimas serenas em qualquer olhar.
Apostei na tristeza daquele dia,
e deixei o mar me carregar. Senti
que o mar tem outro dono,
que nem desejou compartilhar,
A câmera noutras mãos,
numa outra fresta de olhar...
Que a chuva é toda minha alma
derretida, escorrida a vagar,
Mas não esperava você por lá
num arco íris de sombras
tão imenso que me fez cativar.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
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