segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O ciumes

A penumbra invade enfurecida
minha janela da sala
com ciumes da estrela
quasar de minh´alma.

Sob calma explosão
meu olhar atira versos na parede
do coração a pixe fresca
do poema e seu enredo.

Debato-me contra a escuridão:
a madrugada toda se evapora
estraçalho com as mãos
a ausência da estranha hora.

a penumbra cai feito uma luva:
na mão da noite interminável
dos meus olhos rompante chuva,
na luz dos sonhos que viajo.


E ele outra vez, entre tantas,
que dorme assim leve e suave,
no peito o coração boceja,
que preguiça de acordar nesta tarde.

Nem preciso abrir os olhos,
para ver seu sorriso nos meus,

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Non c'è sogno...

 Non c'è sogno che resista al tempo Improvvisamente la chiarezza del mattino, la sottigliezza della pioggia, l'intrusione della temp...