Quando era inocente
me confessava com o padre...
"dez ave maria e que Deus
te perdoe e te salve..."
Não tinha nenhum pecado real...
mas de todo modo,
valia palavra, pensamento e obra
e sempre pensei muito...
até se devia ou não crescer...
amadurecer e envelhecer..
sonhar que se deixou de ser criança...
que se pode que se deve
dirigir a própria vida... com bonança.
Hoje já não sou tão inocente...
me confessei com o Leão...
E era um leão tão lindo...
sorte que não era faminto.
País de sorte este,
de povo abençoado.
Enquanto me confessava pensava
qual chance que se tem de se dar bem por aqui...
digamos que eu " gastei minha vida quase toda"
em defesa própria...
hoje o leão me chamei
vi que estava desiludido...
tenho um caminhão cheio de papeis brancos
comuns que provam que sou um brasileiro falido.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
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