Poemas agradece sua visita Portugal Indonesia, Quirguistão Bielorussia Brasil, EUA Paquistão Russia Nepal, Malasia India, Bangladeche Venezuela, Panamá Vietname Alemanha Argentina Usbequistão Marrocos Mexico Filipinas Togo Salvador Paraguai, Singapura, Africa do sul Azerbaijão, Congo-Brazzaville Chile, Reino Unido, Turquia Ucrania, Equador, Colombia, Jordania, Canada Quenia, Hong Kong França, Emirados Arabes, Egito Bolivia Argelia, Etiopia, Uruguai, Omã, República Dominicana, Nigeria e outros
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Oh lua
Oh lua faroleia faroleia
a cabeleira do sertão...
enquanto garimpo garimpo
as riquezas do meu chão.
o chão de terra batida
que nunca teve sim ou não
da terra batida
que bate dentro do coração.
o chão da terra vermelha
como o sangue do coração,
que branqueia, branqueia
no trigo que faz o pão...
Oh lua faroleia a imensidão!
enquanto garimpo
as riquezas deste chão!
No abraço das grandes águas
o paranaense trabalha o chão!
se chuva lhe cae dos olhos,
lhe nasce do coração,
pra regar a terra vermelha,
centelha do meu sertão,
Oh lua faroleia, faroleia
enquanto garimpo o chão!
com este orvalho de prata
que vem da imensidão
cobre todas as matas
que resta em meu sertão!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Momentos
Tem muito problema para minha pouca matemática, se começo a pensar vem logo o embate: Vamos poetar, é melhor a temática. Mas poetar també...
-
De sterren, in de stilte dag, de sterren zingen. De maan giet licht en betovert. Het licht dat van ons houdt. In de stilte van de tijd, ...
-
Non c'è sogno che resista al tempo Improvvisamente la chiarezza del mattino, la sottigliezza della pioggia, l'intrusione della temp...
Nenhum comentário:
Postar um comentário