quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Oh lua
Oh lua faroleia faroleia
a cabeleira do sertão...
enquanto garimpo garimpo
as riquezas do meu chão.
o chão de terra batida
que nunca teve sim ou não
da terra batida
que bate dentro do coração.
o chão da terra vermelha
como o sangue do coração,
que branqueia, branqueia
no trigo que faz o pão...
Oh lua faroleia a imensidão!
enquanto garimpo
as riquezas deste chão!
No abraço das grandes águas
o paranaense trabalha o chão!
se chuva lhe cae dos olhos,
lhe nasce do coração,
pra regar a terra vermelha,
centelha do meu sertão,
Oh lua faroleia, faroleia
enquanto garimpo o chão!
com este orvalho de prata
que vem da imensidão
cobre todas as matas
que resta em meu sertão!
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