Acordo, acordo.
Foi combinado só.
Nada no papel
nem no chapeu
Foi acordo de silencio.
você me abanou o lenço suavemente
bem de longe,
nem colheu a lãgrima
que secou logo com o vento.
Ainda bem
que vento havia,
se não o que seria da maria!
Sinto saudade mórbida,
que me morde e me corroi por dentro
o coração.
Não fosse o trabalho bom
de bombear o sangue para o pulmão...
que distrai a solidão
e o vazio do coração...
Tudo estaria vazio e murcho,
meu coração de debruço
no soluço
nada seria se não alegoria.
sábado, 7 de março de 2015
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