Cada louco tem sua manilha!
de fluência, influência.
entorta o bico
jorra o que pensa.
a manilha secreta,
dos profundos desatinos
ninguém nem ronda o destino
que fizeram os pés
fazer caminhos.
ninguém sabe
das contadas luas,
das noites sem luz e sem ruas
das rodadas sombras nuas
que cantarolavam juntas...
amor e fé
no bater dos pés,
na terra quente.
Sei o quanto há
naquela floresta de cipos e espinhos
Há tudo
que deixei lá
eu mesmo e tudo mais de mim.
e ainda me resta,
guardar na terra serena restia
os meus próprios restos.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
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