Que é necessário a crença,
o mito, a imaginação,
a recompensa pelo bem...
a divisão, a multiplicação,
de qualquer bem de qualquer trem.
Que é necessário o trem,
que apita, que acorda, que transporta
o corpo, o espaço e a porta.
É necessário o livro e o livre dele,
é necessário o céu, Deus,
o imenso véu que cobre o trabalho dos seus dedos.
Creio nos carros que transitam cheios de vidas,
ainda que suas latas e borrachas estejam vencidas
há vidas novas dentro deles.. Há tramas de sonhos
no enrolar de suas paisagens...
há muitas viagens... diferentes aragens...
Creio na perfeição de suas rodas, seus rolamentos,
suas buzinas, seus vidros, suas placas
nos seus raptos e lapsos de tempo.
Creio nos carros,
que cantam seus pneus nos asfaltos,
como seus silenciosos os vagalumes lá no alto.
E sou obrigada a crer também
naquela pessoa que dirige o auto.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
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