quinta-feira, 19 de maio de 2016

aos auspicios poéticos...

sombras, anjos, etcs...
faz o coração inventar
súplicas, preces, desejos

A poesia é chuva,
nem sempre branda,
sempre fértil
que deluvia a alma do poeta.

Eu me perdoo o verso
é invenção do meu dia,
nem sempre é sincero
mas sempre é poesia.

Quando conto as moedas
penso  no milionésimo de segundo,
no tempo que se esfarela
sem dar conta do mundo.

Quero viver como vivo
das amarguras das farsas
jamais  serei cativo.







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