quinta-feira, 19 de maio de 2016

as fronteiras, todas a perder das contas, todas as fronteiras me afrontam.

é um rio que  corre e ria
às gargalhadas suntuosas
das temerosas marias
plantadas ás suas rochas.

São montanhas, cadeias,
enfileiradas, entre laços,
delimitando o espaço
das marias, feito teias.

são mares, marés, abismos
vulcões de água, cismos,
a intimidar  a força a cisma
e esconder das marias,  os istmos.

marias, mulheres, meninas
giram todas as rodas da vida,
giram destinos e sinas
do plano alto, decaidas!

E a anjos jamais elevadas,
 são brejeiras da cabeça aos pés...
talvez por isso não haja anjo mulheres.




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