sexta-feira, 4 de junho de 2010
Clarividência... por Maria Melo
Clarividente não sou!
Mas se o elemento em evidência
for muito claro e evidente
posso ver, claro
e-vidente-mente,
através de obscura claridade,
as e-videncias, em clarividências do destino.
Meus Olhos ainda estão meio verdes,
acostumados a penetrar na escuridão do tal céu,
e ver estrelas, tantas quantas ele tiver,
a bilhões de distancias...
e até reconhecê-las em seus
passeios noturnos
podem naturalmente,
sem sacrifício paranormal distinguir
um rosto a 500 metros de distância
no meio de um milhão de pessoas
que mentira...! Nem pense nisto.
Assim como meu cérebro faz os mais complicados
cálculos matemáticos antes de
atravessar uma rua...ou antes
que caiam os primeiros pingos da chuva...
Clarividente, não sou, sou atenta.
mas isto tudo é conversa fiada!
Voltamos para a lei das probalidades.
Um simples encontro nas condições
em exame... numa rua como a rua das flores
na hora do movimento, no meio da semana...
sem chuva entre pessoas pre determinadas
tem 01 chance de acontecer contra
aproximadamente 25 "quinquilhões" de chances
de não acontecer.
Clarividente pra que...!
Se, às vezes, não consigo
nem ver o que está na frente do nariz.
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