Fiquei horas vagando pela casa:
revirando os cantos vazios
da tua risada.
Dei passos sem sentido
sentindo o nada
ausência da tua passada.
A janela aberta,
o vento, o passo
o pio, a gargalhada...
no silêncio do pássaro.
que casa mais vazia
que vazio mais ausente,
longe apenas instantes,
daquilo que nos é presente...
quando está ausente
nem depois e nem antes
do sentimento da gente.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
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